
Somos livres por natureza, porém nascemos livres para no exato momento seguinte sermos presos a nossa família ou a alguém que cuide de nós, afinal nenhum bebê sobrevive sozinho. Crescemos aprendendo normas, leis, condutas, regras da sociedade em que vivemos e quanto mais o tempo passa, menos liberdade aprendemos a ter, sempre presos a algo ou alguém, moldamos nosso comportamento e diminuímos nossas vontades em prol do mundo que nos rodeia. Vivemos tanto tempo com nossas amarras e grilhões, em nossa falsa liberdade, que quando a real liberdade chega e soltamos as amarras e quebramos os grilhões, nos sentimos nus sem eles, e nos sentimos mal estando nus porque aprendemos que ficar nu é errado...
A grande verdade é que a liberdade é uma responsabilidade maior do que todos os laços que criamos pois quando realmente livres não temos mais a desculpa do altruísmo, os valores da sociedade, o sacrifício heróico, nada disso, as únicas coisas que nos restam são as nossas próprias causas e seus efeitos.
Somos cavalos selados amarrados a um poste, com toda a liberdade para correr em torno dele carregando no lombo todos que nos são caros, só precisamos perceber que podemos carregar tudo o que quisermos sem a sela e que viver ao lado do poste mesmo sem a corda não tem nada de errado.
Seria bom se corressemos nus um ao lado do outro e não acorrentados por nada...
A grande verdade é que a liberdade é uma responsabilidade maior do que todos os laços que criamos pois quando realmente livres não temos mais a desculpa do altruísmo, os valores da sociedade, o sacrifício heróico, nada disso, as únicas coisas que nos restam são as nossas próprias causas e seus efeitos.
Somos cavalos selados amarrados a um poste, com toda a liberdade para correr em torno dele carregando no lombo todos que nos são caros, só precisamos perceber que podemos carregar tudo o que quisermos sem a sela e que viver ao lado do poste mesmo sem a corda não tem nada de errado.
Seria bom se corressemos nus um ao lado do outro e não acorrentados por nada...
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